Encruzilhada maldita
Punhal afiado
Uma tocha crepita
Pentagrama é desenhado
Virgem em suplício
Sangue derramado
Obscuro sacríficio
De um ser amaldiçoado
Velas dançam ao vento
O feitiço é lançado
Voam espíritos em tormento
E o acto é consumado
Querem uma cena da "cena"? Então cá vai, Póg mo tóin!
2 comentários:
Não te sabia nem te conhecia poeta..
Estou admirada e maravilhada :)
O meu amiguinho sempre a surpreender-me :)
Simplesmente magnifico!
Profundo e agressivo, um macabro cenário que de certo está muito bem exposto e nos transporta para outro mundo.
Um olhar e uma escrita muito forte sem dúvida.
Parabéns, adorei.
Beijoka
«Aninha»
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